Uma frente da Maia feita só para educação pública municipal. O cliente é a secretaria: quem assina é o secretário, quem usa são professores e diretores. Duas frentes num produto só, dois canais.
São três bases de código, todas verdes hoje: 375 + 223 + 26 = 624 testes passando (medido nesta máquina, 10/08).
A Maia Docente (WhatsApp do professor) gera plano de aula, prova e relatório de Ed. Infantil, com validação da BNCC código a código.
A Maia Gestora (Telegram do secretário/diretor) já responde as três perguntas de dinheiro e prioridade, mas só sobre rede sintética de demonstração.
O ciclo do WhatsApp real fechou uma vez (mensagem entrou, resposta saiu) e está desligado desde 07/08, à espera de número novo de teste.
Nenhuma professora real usou o produto ainda. Essa é a distância que separa a Maia de "funcional", e não é código faltando.
O que entra de novo: Painel do Gestor, ciclo de avaliação diagnóstica e integrações de leitura (Educacenso e frequência).
O projeto separa três coisas que é fácil confundir, e a confusão entre elas é o que faz um produto parecer pronto e falhar na frente do cliente. Todo item deste painel carrega um destes selos.
Rodou de verdade, com comando e saída real registrados.
O código está lá e os testes passam, mas nenhum usuário real usou.
É plano, não é código.
Comando exato: python -m pytest -q em cada pasta, sem nenhuma variável de ambiente, no Windows. Os 2 skipped são os testes que chamam o claude de verdade e queimam cota.
1.304 do Ensino Fundamental + 93 da Educação Infantil. Cobertura de 14 de 14: os 9 componentes do Fundamental e os 5 campos de experiência da Infantil.
Rodado contra 12 planos de ensino de uma rede municipal, com 90 códigos citados por professores.
Tudo sai em DOCX com cabeçalho e rodapé da secretaria, entregue como documento no WhatsApp.
Fim do "bot de URA": modo conversa. O professor escreve como gente ("me monta um plano de matemática sobre frações pro 6º ano, 1 aula, só tenho quadro") e a Maia entende tudo numa mensagem, sem menu numerado. E a sessão sobrevive à recusa: a resposta do professor retoma a geração em vez de cair no menu.
Motor determinístico (sem rede, sem modelo, o número não é gerado por IA). 12 comandos de CLI, 7 skills conversacionais. O modelo só narra; o motor calcula.
A ponte com VAAR/FUNDEB (Lei 14.113/2020, art. 14) e ICMS Educacional. Fato de fonte primária separado de estimativa, sempre rotulado.
Ranking do pior ao melhor, com nome de escola e turma, por componente.
Plano de ação priorizado: turmas de maior impacto, o que fazer, quem responde, prazo, e as habilidades BNCC prioritárias já conferidas.
Ela nunca recebeu dado real de rede. É motor provado sobre dado sintético. E nenhuma professora real usou a Maia Docente ainda. Quem escrever "piloto em andamento" ou "validado em campo" em qualquer peça está inventando: não existe um único número de campo deste produto.
A decisão-mestra que ordena tudo: a Maia é a camada de inteligência pedagógica. Ela não é, e não vai ser, o sistema de registro. O MEC entrega gestão escolar de graça; nos buracos que valem dinheiro o placar dos 16 concorrentes é 0/16.
5 telas HTML estáticas, geradas do banco da própria instância, sem servidor novo, sem login no MVP, enviadas pelo mesmo caminho já provado do DOCX. Um comando: cli painel --municipio <ibge>.
Regras duras: zero dado de criança (o menor grão é a TURMA, não existe tela de aluno) · desempenho por HABILIDADE, não só nota · nenhuma tela promete IDEB · selo em toda página: "N códigos BNCC citados, N verificados".
É o que tira a Gestora da demonstração e a coloca em operação.
Banco de itens por habilidade BNCC + descritor SAEB, validado código a código (0/16 concorrentes têm). Skill de avaliação diagnóstica de rede com gabarito comentado e matriz questão×habilidade. Folha de resposta padronizada com marcas fiduciais.
A coordenadora digita no WhatsApp o agregado por turma; quem tabula é a escola, o que trafega é turma. Isso alimenta o banco da Gestora, o painel ganha dado real e o controle de recebimento passa a funcionar de verdade.
A especificação é nossa, e o WhatsApp substituiria o Streamlit. Mas exige a produção do aluno, o que o MVP deixou deliberadamente de fora. Se entrar: código anônimo no payload, nunca nome ou CPF, prefeitura como controladora, DPA assinado.
Fora, em definitivo. Chamada, diário eletrônico: é o núcleo do GPE gratuito do MEC e de 15/16 concorrentes. O Pé-de-Meia já é pago em cima do GPE, essa guerra está perdida antes de começar.
Dentro, como inteligência. O .txt do Sistema Presença vira alerta de evasão com nome de escola e turma. Frequência baixa derruba a condicionalidade de participação (≥80%) do VAAR, ou seja, vira dinheiro na mesa do secretário.
Valida o arquivo antes do envio (0/16 fazem; o Inep não tem API, então não promete integração inexistente). Protege a cadeia Censo → condicionalidades → VAAR.
A cláusula de saída que ataca a ferida nº 1 do mercado ("seguraram meus dados quando quis sair"). Custo zero, e nenhum concorrente copia sem se acusar.
Skills pedagógicas novas (fila contínua): atividade por hipótese de escrita, kit de jogos impressos (funciona sem tablet e sem internet, serve na zona rural), plano de recomposição, sequência didática, PEI / atividade adaptada, parecer descritivo com histórico e banco de frases.
A barra mede construção de código, não validação em campo. O produto inteiro trava no item 0 da fila: ninguém real usou ainda.
O item 0 não é formalidade. O sistema do terceiro é mais robusto hoje por um motivo só: uso diário real. Painel bonito com Maia não validada não vende.
Estas quatro não são técnicas: dependem de você. Cada uma trava uma parte do roadmap ou do comercial.
Parceria com a consultoria (eles têm acesso e material, nós temos a IA) ou geramos tudo novo? É IP de terceiro.
Exige a produção do aluno. Se entrar, muda o desenho de LGPD do produto inteiro.
O R$ 90.200 da proposta continua fora da faixa medida no Piauí (R$ 17k–62k/ano por sistema completo) e continua sem revisão.
Para religar o piloto. Não o da esposa, não a linha da instância, número novo, conferindo a whitelist do SDR antes.